Feticom-SP participou de homenagem a mulheres trabalhadoras, em Piracicaba
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Trabalhadoras foram recebidas com flores e ao som de violino
Para marcar o Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta segunda-feira, 8 de março, o presidente da Feticom-SP, Emílio Alves Ferreira Júnior, juntamente com os diretores Ademar Rangel da Silva e Milton Costa, participou de homenagem a trabalhadoras promovida pela diretoria do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Piracicaba e Região, presidido por Edson Batista dos Santos. As cerca de 250 trabalhadoras da Máster Móveis foram recebidas com flores e música ao som de violino, e expressaram muita alegria pela iniciativa. |
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Os sindicalistas percorreram as diversas unidades da empresa, cumprimentando as mulheres e entregando botão de rosas. A alegria foi geral. Em seguida, elas se reuniram no refeitório da empresa, onde foram recepcionadas ao som de violino, e mais botões de rosas, vermelhos e brancos, foram entregues às trabalhadoras. De acordo com o presidente do sindicato, Edson Batista dos Santos, esta é a primeira vez que a entidade promove uma ampla homenagem às mulheres, para marcar a data, que também é de reflexão sobre o papel da mulher no mundo do trabalho, uma vez que muitas têm dupla jornada de trabalho e que há necessidade de ampliar seus direitos, para que possam ter mais qualidade de vida.
O presidente da Feticom-SP, Emílio Alves Ferreira Júnior, enfatizou a importância da mulher mãe, esposa, trabalhadora e defendeu que o dia 8 de março seja feriado nacional em homenagem a estas mulheres, enquanto o diretor da Feticom-SP, Ademar Rangel também ressaltou o início da luta das mulheres que deu origem à data. “Muitas deram suas vidas para defender melhores condições de trabalho e elas são um marco nesta luta, que temos que avançar ainda mais”, completou.
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Já o diretor do Sindicato e da Feticom-SP, Milton Costa, destacou que esta homenagem, que agora passa a fazer parte do calendário de atividades da entidade, simboliza a importância das mulheres na categoria. “Esta nossa homenagem é extensiva a todas as nossas trabalhadoras e, principalmente, à mulher mãe, que é símbolo maior entre todas as mulheres. As nossas esposas, namoradas, irmãs, todas são muito importantes, mas a nossa mãe é a nossa mulher maior”.
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Milton Costa também enfatizou a importância das mulheres, que têm sido guerreiras, uma vez que trabalham fora para conquistar uma renda e ainda cuidam da casa, da família e da educação dos filhos, uma vez que boa parte é chefe de família, lembrando das mulheres que morreram queimadas nos Estados Unidos, em 1857, que deu origem à data. “No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, nos Estados Unidos, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano”, ressaltou o sindicalista.
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Vanderlei Zampaulo – MTb-20.124 |
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